quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Feliz Natal!

FELIZ NATAL!



O Único Deus se manifestou em sua única Igreja o seu único Filho para derramar o seu imenso amor, o seu Espírito Santo.
Seria impossível nós irmos até Deus diante da nossa queda, do nosso pecado.
O abismo entre nós e Deus era infinito.
Deus então veio em nosso socorro, veio até nós!

Como não conseguiríamos ir até Ele, Ele veio até nós.
Jesus nasceu, e com o consentimento da Virgem que iria esmagar junto com Ele a cabeça da serpente, o Verbo se fez carne e habitou entre nós.
Jesus nasceu e veio para nos salvar.

Hoje nasceu para nós o Salvador que é Cristo o Senhor.

Feliz Natal á todos.
São os votos do site O conhecimento dos Santos.

Como nasceu a canção “Noite Feliz”?

Você Sabia?

Em 24 de dezembro de 1818, a canção “Stille Nacht” (“Noite Feliz”) foi ouvida pela primeira vez na aldeia de Oberndorf (Áustria). Foi na Missa de Galo na minúscula capelinha de São Nicolau. Estavam presentes o pároco Pe. José Mohr, o músico e compositor Franz Xaver Gruber com seu violão, e o pequeno coro da esquecida aldeia. No fim de cada estrofe, o coro repetia os dois últimos versos. Naquela véspera de Natal nasceu a música que passou a ser como um hino oficial do Natal no mundo todo. Hoje se canta nas capelas dos Andes e no Tibete, ou nas grandes catedrais da Europa. Quando aqueles dois homens acompanhados pelo coro cantavam por vez primeira em pé diante do altarzinho da capela de São Nicolau, o Stille Nacht! Heiligen Nacht! Não faziam ideia da repercussão que o fato teria no mundo.

Fonte:  http://cleofas.com.br/como-nasceu-a-cancao-noite-feliz/
Origem: http://cidademedieval.blogspot.com.br/

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Sobre o livro: “Jesus: Aproximação histórica”


Um livro de J. A. PAGOLA

Acaba de publicar-se Jesus: aproximação histórica (Petrópolis: Vozes, 2010, 656 pp.). Na capa traseira do número 279 da Revista Eclesiástica Brasileira (julho de 2010) se apresenta o livro do Prof. Pagola da seguinte maneira: “Nesta obra de 650 páginas, José Antônio Pagola, professor há sete anos se dedica exclusivamente a pesquisar e tornar conhecida a pessoa de Jesus, oferece um relato vivo e apaixonante da atuação da mensagem de Jesus de Nazaré, situando-o em seu contexto social, econômico, político e religioso a partir das mais recentes pesquisas”.

Apesar dessa apaixonante apresentação, acho oportuno informar ao leitor que o livro de Pagola – espanhol-basco, mestre em teologia e em Sagrada Escritura, autor de vários escritos – foi muito criticado na Espanha por teólogos e bispos. A versão original do livro foi editada com o título “Jesús. Aproximación histórica” (Madrid: PPC, 2007). Um dos teólogos espanhóis mais conhecidos, José Antônio Sayés, se enfrentou com as ideias de Pagola dando lugar à polêmica Pagola-Sayés. Finalmente, a Conferência Episcopal Espanhola publicou, através de sua Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé, uma “Nota de clarificación sobre el libro de José Antonio Pagola, Jesús. Aproximación histórica, PPC (Madrid 2007, 544 pp.)”, a nota saiu no dia 18 de junho de 2008. Seria interessante que o leitor não começasse a sua leitura de Pagola sem antes ter conhecimento – de alguma maneira – da Nota de Clarificação que, pode ser lida em sua versão original no seguinte enlace http://www.conferenciaepiscopal.es/doctrina/documentos/pagola.pdf.

A citada nota tem 21 pontos e analisa o livro desde os aspectos metodológico e doutrinário. A Nota começa dizendo que a leitura do livro tem causado muita confusão e, é por isso, que se fez necessária o esclarecimento de alguns aspectos. É verdade que o autor resolveu fazer uma revisão do livro e, no entanto, ainda assim a Comissão julgou necessário divulgar a Nota. De fato, depois da revisão da obra pelo Autor, o teólogo e bispo emérito Fernando Sebastián, lamentou que o livro não fosse retirado desde a sua primeira edição já que a obra de Pagola, contendo um erro de método, não podia ser corrigida a não ser escrevendo-se outro livro. Acrescente-se a isso que PPC pediu às livrarias que lhe devolvessem a edição corregida, isto é, que a obra fosse retirada do mercado.

O citado Documento encontra três deficiências na obra do teólogo basco enquanto à sua metodologia: ruptura entre fé e história, desconfiança da historicidade dos Evangelhos e a existência de pressupostos equivocados à hora de entender a história de Jesus. Desde o ponto de vista doutrinal, outras deficiências: Jesus aparece como mero profeta, nega-se a consciência filial de Cristo e o sentido redentor dado por Jesus à sua morte, ofusca-se a realidade do pecado e o sentido do perdão, nega-se a intenção de Jesus de fundar a Igreja como comunidade hierárquica, não deixa claro o carácter histórico e transcendente da ressurreição de Jesus (a ressurreição teria acontecido no coração dos discípulos). Além do mais, o Documento diz que os pressupostos principais que estão por detrás dos pontos de vista supracitados são, basicamente, dois: ruptura entre a investigação histórica sobre Jesus e a fé nele, por um lado; interpretação da Bíblia à margem da Tradição viva da Igreja, por outra. A Nota termina afirmando que “tendo em conta tudo o que se disse, pode-se afirmar que o Autor parece sugerir indiretamente que algumas propostas fundamentais da doutrina católica não têm fundamento histórico em Jesus. Este modo de proceder é prejudicial, pois acaba deslegitimando o ensino da Igreja que – segundo o Autor – não tem enraizamento real em Jesus e na história” (n. 19).

Como se pode observar, as posições de Pagola são as mesmas da teologia liberal e do modernismo teológico, só que repetidas no ano 2007. Por outro lado, qual é o teólogo que não conhece as antigas discussões entre o Jesus histórico e o Cristo da fé, assim como a afirmação do Magistério da Igreja de que Jesus é o Cristo? Quando o Autor cita – sem diferenciar – os livros da Sagrada Escritura e os livros apócrifos, quando segue o critério liberal de que a fé e a sua formulação expressada nos dogmas alterariam os fatos históricos, quando faz a sua análise horizontal e marxista com o velho esquema de luta de classes ou, ainda, quando afirma que Jesus é o homem no qual Deus se encarnou, pergunto: afirma algo novo em relação aos antigos erros já conhecidos? Quem for, portanto, à procura de alguma novidade na apresentação do Jesus de Pagola ficará decepcionado. Eu, no entanto, gostaria de poupar o leitor.

Pe. Françoá Costa
Mestre em Teologia pela Universidade de Navarra
Doutorando em Teologia (sistemática) pela Universidade de Navarra (Espanha)

Fonte: http://www.presbiteros.com.br/site/sobre-o-livro-jesus-aproximacao-historica/

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Sobre a Bíblia Sagrada Edição Pastoral

Revista: “PERGUNTE E RESPONDEREMOS”
D. Estevão Bettencourt, osb.
Nº 342 – Ano 1990 – Pág. 514
Extraído de http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2009/08/04/sobre-a-biblia-sagrada-edicao-pastoral/

Saiba mais: Catecismo da Igreja Católica, n. 84-87; "Instrução sobre alguns aspectos da teologia da libertação" (Sagrada Congregação para Doutrina da Fé)

Em síntese: A “Bíblia. Edição Pastoral”, em tradução e notas de Ivo Storniolo e Euclides Balancin, não preenche a finalidade que se propõe. Inspirada por ideologia marxista, deturpa as concepções da história sagrada e da teologia; a leitura materialista aplicada ao texto sagrado torna a mensagem imanentista, fazendo-a perder o seu caráter transcendental. O Vocabulário do fim do volume e as notas de rodapé dão as chaves de interpretação dos livros bíblicos; a própria tradução portuguesa, num ou noutro ponto, deturpa o sentido do texto sagrado. Em conseqüência, deve-se lamentar a difusão de tal obra nos ambientes eclesiásticos do Brasil. A Pastoral não significa incitamento à luta de classes e às divisões entre os homens.

As Edições Paulinas publicaram uma nova tradução da Bíblia dita “Pastoral” (BP), acompanhada de notas de rodapé e Vocabulário, que vêm suscitando perplexidade: há os que defendem tal edição, devida a Ivo Storniolo e Euclides Martins Balancin, como sendo “o livro ideal” (ver “Jornal de Opinião”, 1-7/7/90, p. 3). Mas há também os que a impugnam com argumentos sérios, mostrando graves falhas na inspiração básica e na confecção de tal tarefa. O assunto já foi abordado em PR 337/1990, pp. 285s. Voltamos ao problema, aduzindo novas observações, provenientes, em grande parte, de D. João Evangelista Martins Terra S. J., Bispo  Auxiliar de Olinda-Recife, Membro da Equipe Teológica do CELAM e da Pontifícia Comissão Bíblica.

1. Três observações básicas

A tradução do texto bíblico da Edição Pastoral é aceitável com algumas ressalvas, que indicaremos à p. 523s deste artigo. Todavia, as notas de pé de página e o Vocabulário, encontrado às pp. 1616-23, pretendendo dar a chave de leitura e interpretação da Bíblia, são alheios à Tradição bíblica judeo-cristã e distorcem a mensagem sagrada para o setor da ideologia sócio-político-econômica. Sem o perceber, o leitor desprevenido vai absorvendo uma concepção filosófica não cristã sob a capa de Palavra de Deus. Isto se depreende facilmente desde que se dê um pouco de atenção ao Vocabulário dessa Edição.

"Nós precisamos, urgentemente, de exorcismo!"


Prefácio de Dom Pestana ao livro do Pe. Gabriele Amorth.

Por Dom Manoel Pestana Filho
Fonte: GRAA
O grande papa Leão XIII entrou no século XX ainda apavorado pela visão que tivera da formidável presença diabólica em Roma, “para a perdição das almas”. Desde 1886, mandara a todos os bispos rezar a oração a São Miguel Arcanjo, escrita por ele, de próprio punho, como também um exorcismo maior que recomendava a bispos e párocos para recitarem com frequência nas dioceses e paróquias.

“O século do homem sem Deus”, anunciado por Nietzsche, transforma-se no século de Satanás, que prepara o seu reino com a Primeira Guerra Mundial, implanta o comunismo ateu e tirânico, contra Deus e contra o homem, na revolução bolchevista de 1917, semeia a Europa inteira de ruínas e sangue com a Segunda Guerra Mundial, fruto dos poderes das trevas; invade toda a terra de ódio, terror, impiedade, heresia, blasfêmia e corrupção em guerras e revoluções sem trégua; insinua-se, de início, como fumaça, e, depois, implanta-se, poderoso, no seio da própria Igreja.

Tudo isto, Nossa Senhora confidenciara aos videntes de Fátima, exatamente no mesmo ano da tragédia russa; e o mesmo se diga do 3º capítulo do Gênesis, em que se pinta a vitória da serpente infernal e a presença de Maria, esmagando-lhe a cabeça.

A Cristandade continuou a rezar as orações de Leão XIII, estimulada pelos Papas. Pensadores cristãos como, por exemplo, Anton Böhm (Satã no Mundo Atual, Tavares Martins) e de La Bigne Villeneuve (Satan dans la Cité, Du Cèdre) denunciam a infiltração visível do demônio em todas as estruturas da sociedade. Bernanos surpreende-nos Sob o Sol de Satã.

De súbito, ao aproximar-se o último e temeroso quartel do século XX, contesta-se a existência dos anjos, desaparece a oração de São Miguel, suspendem-se os exorcismos, inclusive o do Batismo, mergulha no silêncio o ministério e a função do exorcista.

Paulo VI queixa-se da fumaça de Satanás dentro do templo, quase a ocupar o espaço do incenso esquecido, e amargura-se com a autodemolição da Igreja. Os seminários desaparecem, a teologia prostitui-se em cátedras de iniquidade, a liturgia reduz-se, com certa frequência, a uma feira irrelevante de banalidades folclóricas. A pretexto de inculturação, a vida religiosa desliza para o abismo.
São Bento

“Os poderes do inferno não prevalecerão contra a Igreja”, é certo. Mas o próprio Senhor prediz o obscurecimento da fé, o esfriamento da caridade. A visão (do Inferno) de Fátima faz vacilar o otimismo ingênuo e irresponsável dos que apostam na salvação de todos, mesmo até dos que a recusam.

(…) Jesus começa a sua missão, tentado pelo demônio e a expulsão dos maus espíritos torna-se uma das notas mais relevantes da sua atividade messiânica. “Em meu nome expulsarão os demônios” (Mc 16,17), diz Jesus, ao despedir-se dos discípulos, notando que este será um sinal dos que crêem nele. E Satanás, pela ação dos Apóstolos, caía do céu como um raio… Quando os cristãos de todos os níveis, apesar dos Evangelhos e do Magistério, principiaram a duvidar da ação e, depois, da existência do espírito rebelde, aconteceu o que Jesus havia anunciado (Mt 14,44-45): expulso, ele volta para a casa “desocupada, varrida e arrumada”, mas indefesa, com sete espíritos piores do que ele, “e a condição final torna-se pior do que antes”, exatamente o que está a acontecer.

Hoje, não é só a fumaça de Satanás, penetrando por uma fenda oculta, mas o diabo, de corpo inteiro, que irrompe triunfalmente pelas portas centrais. Quem o vai exconjurar das nossas igrejas, das nossas residências episcopais e paroquiais, dos nossos centros comunitários, dos nossos seminários e universidades, dos Senados e das Câmaras Legislativas, dos Palácios do Governo e da Justiça, dos bancos e das bolsas, dos meios de comunicação, das escolas e hospitais, das consciências de todos nós?

E, não hesitemos: quem vai expulsar os demônios dos Palácios Pontifícios, das Congregações e Secretarias, das Nunciaturas, das Conferências Episcopais e Cúrias, dos Santuários e Basílicas, das ONU e dos Parlamentos, sem falar desse mundo “posto maligno”, que viceja “sob o sol de Satã”?

Nós precisamos, urgentemente, de exorcismo!



Dom Manoel Pestana, Prefácio do livro “Um Exorcista Conta-nos” do Pe. Gabriele Amorth

Fonte: http://fratresinunum.com/2013/02/04/prefacio-de-dom-pestana-ao-livro-do-pe-gabriele-amorth/

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Apelo em defesa da família brasileira

A ideologia de gênero está prestes a ser sacralizada em nosso país. Sua inserção no Plano Nacional de Educação representa um enorme ameaça àqueles a quem deveríamos proteger: nossos jovens e crianças.


Neste vídeo, Padre Paulo Ricardo faz um apelo urgente a todo aquele que se insere na imensa maioria de cidadãos brasileiros contrários à ideologia que vem sendo introduzida no país por um grupo de ideólogos, capitaneados pelo Partido dos Trabalhadores.

Na próxima quarta feira, dia 11, será votada no Plenário do Congresso o Plano Nacional de Educação (PLC 103/2012) que pretende sacralizar pelos próximos 10 anos a ideologia de gênero nas escolas. Mas, o que é a ideologia de gênero? De maneira resumida, é possível dizer que é uma forma perversa de pensar segundo a qual todos nós nascemos com um SEXO (homem ou mulher), mas precisamos nos libertar da "ditadura de nosso corpo" (sexismo) e construir nossa própria identidade escolhendo:

1) Nosso próprio GÊNERO (masculino, feminino, andrógino, transgênero ou qualquer outro)

2) E nossa própria ORIENTAÇÃO SEXUAL (heterossexual, homossexual, bissexual, transexual, pedófilo, sado-masoquista, etc.)

Ora, se essa lei for aprovada não haverá mais possibilidade de objeção de consciência por parte dos pais nem mesmo das escolas católicas, por exemplo. As crianças, que hoje têm 07 anos, ao fim da validade do Plano estarão com 17, às portas da universidade, portanto, já deformadas pela mentalidade de gênero.

Não podemos deixar que isso aconteça. O Brasil é um país democrático e como tal deve ter os desejos da população respeitados. Por isso, leve aos representantes da nação a sua opinião sobre o tema.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Quem eram os Cavaleiros templários?

Decisões sobre o livro "Jesus. Aproximação histórica" de José Antonio Pagola


Nota da Conferência Episcopal espanhola

Madri, 08 de Março de 2013 (Zenit.org) | 1526 visitas

O senhor bispo de San Sebastián recebeu uma carta da Congregação para a Doutrina da Fé, do passado dia 19 de fevereiro, com a qual termina uma troca epistolar e verbal de vários anos, dele e do seu predecessor, com a Congregação, sobre a obra de D. José Antonio Pagola intitulada “Jesus. Aproximação histórica.” A pedido do Senhor Bispo, e com a aprovação da Congregação, informamos sobre o estado da questão e sobre seus antecedentes mais notáveis.


1. Tal obra, publicada em 2007, suscitou várias e qualificadas queixas sobre a sua idoneidade como apresentação de Jesus de acordo com a fé católica. Seguindo as instruções da Congregação para a Doutrina da Fé, a Comissão Doutrinal da Conferência Episcopal Espanhola, após cuidadoso estudo, preparou uma "Nota de esclarecimento sobre o livro de José Antonio Pagola, Jesus. Aproximação histórica", de 8 de junho de 2008, publicado com a autorização da Comissão Permanente. Essa nota, referindo-se à primeira versão do livro, que já teve milhares de vendas, continua plenamente válida.

2. O autor, ao falar com o seu bispo, escreveu uma segunda versão da obra, para a qual o Ordinário de San Sebastián anunciou, em junho de 2008, que contava com o seu imprimatur. No entanto, a Congregação para a Doutrina da Fé solicitou que a Conferência Episcopal Espanhola revisasse também esta segunda versão. A pedido do senhor bispo de San Sebastián, foi finalmente a mesma Congregação que assumiu a revisão, com o resultado seguinte: "as alterações introduzidas pelo autor representam uma melhoria do texto, que, no entanto, não são suficientes para resolver os problemas de fundo presentes na mesma. Tais problemas foram identificados no seu devido tempo pela Nota de esclarecimento que sobre a primeira edição publicou a Comissão Doutrinal da Conferência Episcopal Espanhola. Portanto, não parece oportuno que se conceda o imprimatur à nova versão do livro “Jesus. Aproximação histórica” (Carta do Prefeito da Congregação, 14 de maio de 2010, ao Presidente da Conferência Episcopal).

3. A congregação continuou o estudo da obra e na sua sessão ordinária do 19 de outubro de 2011 determinou o seguinte, comunicado por carta ao Presidente da Conferência Episcopal pelo Cardeal Prefeito: o livro, "embora não contendo proposições diretamente contrárias à fé, é perigoso por causa de suas omissões e sua ambigüidade. Sua abordagem metodológica deve ser considerada errônea, porque, separando o “Jesus histórico”, do “Cristo da fé”, na sua reconstrução histórica elimina preconcebidamente tudo o que vai além de uma apresentação de Jesus como “profeta do Reino”.

" A congregação, então, pedia ao novo bispo de San Sebastián para promover uma conversa com o autor, juntamente com peritos da Comissão Doutrinal da Conferência Episcopal, a fim de rever o trabalho e apresentar uma explicação por escrito.

4. Na carta do passado 19 de fevereiro, mencionada acima, a Congregação escreve para o bispo de San Sebastián, que o autor respondeu satisfatoriamente às observações feitas pela Congregação e que ele deve ser exortado a colocar em futuras edições da obra, à qual, no entanto, não pode ser dado o imprimatur.

(Tradução do original espanhol que se encontra em: http://www.conferenciaepiscopal.es/index.php/notas/2013/3449-decisiones-sobre-el-libro-jesus-aproximacion-historica-de-d-jose-antonio-pagola.html)

Fonte: http://www.zenit.org/pt/articles/decisoes-sobre-o-livro-jesus-aproximacao-historica-de-jose-antonio-pagola

Sermão sobre o Conhecimento e a Ignorância




O conhecimento das Letras é bom para a instrução, mas o conhecimento da própria fraqueza é mais útil para a salvação
1
Bernardo de Claraval
Trad. Jean Lauand
In: Mirandum Plus 4.

I
Aqui estou para cumprir o que vos prometi; aqui estou para satisfazer vosso desejo; aqui estou, também, obrigado pela dívida que tenho para com Deus, a Quem sirvo.
Como vedes, três são as razões que me impelem a pregar: o compromisso assumido, o amor fraterno e o temor a Deus.

Se me abstivesse de falar, pela minha boca condenar-me-ia. Mas o que acontece se eu falar? Também neste caso, corro o mesmo risco, o de ser condenado pela minha própria boca: por pregar e não praticar o que prego. Ajudai-me, pois, com vossas orações, para que eu possa sempre falar o que é necessário e, com minha conduta, praticar o que prego.
Tinha vos anunciado o tema do sermão de hoje: a ignorância, ou melhor, as ignorâncias, porque, como lembrais, há duas ignorâncias: a de nós próprios e a de Deus. E vos aconselhava a evitar uma e outra, pois ambas são perdição.

Hoje, procuraremos esclarecer melhor esse assunto. Antes, porém, discutiremos se toda ignorância é condenável. Parece-me que não, pois nem toda ignorância produz perdição: há muitas e mesmo inúmeras coisas que se podem ignorar sem problema algum para a salvação.
Se alguém, por exemplo, desconhece artes mecânicas, como a carpintaria, a arte de edificação e outras que são exercidas para a utilidade da vida neste mundo, acaso tal ignorância constitui obstáculo para a salvação?
Também são muitos são os que se salvaram e agradaram a Deus pela sua conduta e com seus atos sem as artes liberais (e, certamente, são úteis e moralmente bons esses estudos). Quantos não enumera a Epístola aos Hebreus (cap. XI), que se tornaram agradáveis a Deus não com erudição, "mas com consciência pura e fé sincera" (I Tim 1, 5)2. E agradaram a Deus com os méritos de sua vida e não com os de seu saber. Cristo não foi buscar Pedro, André, os filhos de Zebedeu e todos os outros discípulos, entre filósofos; nem em escola de retórica e, no entanto, valeu-se deles para realizar a salvação na terra.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Relíquias de São Pedro exibidas pelo Vaticano pela primeira vez.

Por UCatholic | Tradução: Fratres in Unum.com – Para marcar o fim do Ano da Fé, pela primeira vez, o Vaticano exibiu publicamente os ossos de São Pedro. Embora nenhum papa jamais tenha declarado de maneira definitiva que os fragmentos pertencem ao apóstolo Pedro, em 1968, o Papa Paulo VI disse que os fragmentos encontrados na necrópole sob a Basílica de São Pedro foram “identificados de uma maneira que consideramos convincente”.

Os ossos foram descobertos em 1939, em uma escavação da Necrópole do Vaticano abaixo do altar principal na Basílica de São Pedro, local de sepultamento tradicional do primeiro papa desde a antiguidade. A escavação, ordenada pelo Papa Pio XII, encontrou ossos em uma parede funerária do primeiro século, com uma inscrição grega de “Petrus eni”, ou “Pedro está aqui”. Os ossos foram encontrados embrulhados em pano tecido em ouro e púrpura. Um estudo científico dos ossos revelou que eles pertenciam a um homem “robusto” em seus 60-70 anos de idade no momento do óbito.

As relíquias, normalmente mantidas em uma capela privada dos apartamentos pontifícios no Vaticano, foram apresentadas a dezenas de milhares de peregrinos que se reuniram para vê-las. Os oito fragmentos de ossos medindo entre dois e três centímetros de cumprimento foram dispostos em um leito de marfim dentro de uma caixa de bronze em um pedestal na Praça de São Pedro.

Refletindo sobre as relíquias de São Pedro, cujo mesmo nome significa “Rocha”, e sua localização abaixo do Altar Mor da Basílica de São Pedro na Colina do Vaticano, não se pode deixar de meditar na confissão de Pedro no Evangelho de Mateus, e nas palavras que Nosso Senhor lhe dirigiu, em Mateus 16:18: “E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela.



Fonte: http://fratresinunum.com/2013/11/25/reliquias-de-sao-pedro-exibidas-pelo-vaticano-pela-primeira-vez/

Exortação Apostólica “Evangelii Gaudium”.


brasao

1. A ALEGRIA DO EVANGELHO enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus. Quantos se deixam salvar por Ele são libertados do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento. Com Jesus Cristo, renasce sem cessar a alegria. Quero, com esta Exortação, dirigir-me aos fiéis cristãos a fim de os convidar para uma nova etapa evangelizadora marcada por esta alegria e indicar caminhos para o percurso da Igreja nos próximos anos.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Por que a Missa Tradicional?

Por Padre Michael Rodriguez * | Tradução: T.M. Freixinho, Fratres in Unum.com -

(1) A venerável e imemorial Missa Romana, incluindo seus ricos detalhes rituais, é teocêntrica – centrada e direcionada a Deus Todo-Poderoso. Ela dá glória constante ao Deus Trino: um sacrifício de adoração, ação de graças, propiciação e impetração, direcionado a Deus, tanto teológica quanto ritualmente.

(2) A venerável Missa Romana (Missa Tradicional) é a “Missa de Sempre”; é a Missa que sempre foi oferecida pela Igreja una, santa e católica. Assim, ela é a verdadeira e autêntica Missa Católica. Ela é a Missa que foi transmitida pela tradição de Roma, a cidade consagrada pelo sangue de dois príncipes, os santos apóstolos São Pedro e São Paulo. Ela é a obra prima de dois mil anos da Tradição, vida e culto católicos.


A única missa celebrada por Pe. Pio.

A única missa celebrada por Pe. Pio.

(3) Através da Missa Tradicional podemos ser supremamente fiéis a nossa religião católica, isto é, fiéis (exatamente à mesma) lei da fé (lex credendi) e (exatamente à mesma) lei da oração (lex orandi) que foram professadas por todos os nossos ancestrais na Fé, remontando aos próprios Apóstolos.

(4) A venerável Missa Romana, incluindo seus ricos detalhes, professa, manifesta e honra o inefável Mistério que acontece: Jesus Cristo, o único Sumo Sacerdote, oferece a Sua vida, através do ministério de Seus sacerdotes, de maneira incruenta. Nosso Redentor volta a morrer por nós de maneira mística.

(5) A venerável Missa Romana, incluindo seus ricos detalhes rituais, professa, manifesta, reverencia e adora o inefável Mistério que acontece: o Corpo e Sangue de Jesus Cristo, junto com a Sua alma e Divindade, se tornam realmente presentes através do Milagre da Transubstanciação no momento da Consagração.

(6) É Dogma da Fé Católica que o culto de Adoração (latria) deve ser dado a Cristo presente na Eucaristia. A venerável Missa Romana, incluindo seus ricos detalhes rituais, realiza esse culto de maneira perfeita.

(7) A venerável Missa Romana realça o fato de que a Santa Missa é o próprio sacrifício de Cristo, santo, perfeito e completo em cada aspecto, através do qual cada fiel honra a Deus de maneira nobre, confessando ao mesmo tempo o seu próprio nada e o supremo domínio que Deus tem sobre ele.

(8) A venerável Missa Romana é imutável. Ela se caracteriza por uma santa permanência e estabilidade. Ela é extremamente importante, porque reflete a lex credendi (a Fé), que não muda. Deus é imutável, as santas verdades da Fé Católica são imutáveis, a Sagrada Escritura é imutável. . . A Santa Missa é imutável.

(9) A Missa Romana clássica é universal. Ela nos une não somente a todos os católicos do mundo (espaço), mas também a todos os nossos ancestrais católicos ao longo dos séculos (tempo), especialmente, às multidões de santos, cujas almas foram nutridas e fortalecidas pela mesma Liturgia celeste.

(10) O nosso Rito Antigo expressa a Fé Católica Romana de maneira clara e completa, com beleza sublime e nobre precisão, como, por exemplo, os mistérios da Santíssima Trindade e da Encarnação, a santidade e grandeza de Deus Todo-Poderoso, o mistério da graça e a realidade do pecado, a veneração da Santíssima Virgem Maria, os anjos e os santos, a Missa como o Sacrifício de Cristo oferecido ao Pai Eterno para a nossa salvação, o sacerdócio como uma perpetuação do próprio Sacerdócio de Cristo, a natureza hierárquica da Igreja, morte, juízo, céu e inferno.

(11) A venerável Missa Romana professa, manifesta e exalta os seguintes efeitos do Santo Sacrifício da Missa: a Santíssima Trindade é adorada, honrada e glorificada, Jesus Cristo renova [misticamente] a Sua Morte na Cruz, Jesus Cristo intercede pela Igreja, a Virgem Maria e os santos são honrados, a Igreja é auxiliada na batalha contra o demônio e em seu esforço para alcançar o céu, as santas almas são libertadas do purgatório.

(12) As orações da Missa Tradicional expressam, transmitem e exaltam a doutrina católica, como, por exemplo, o ensinamento católico sobre o inferno, o juízo divino, a ira de Deus, a punição pelo pecado, a maldade do pecado como o mal maior, o desapego do mundo, o purgatório, as almas dos falecidos, o reinado de Cristo na terra, a Igreja Militante, o triunfo da Fé Católica, os males da heresia, cisma e erro, a conversão de não católicos, os méritos dos santos e os milagres.

* Padre Michael Rodriguez é sacerdote da diocese de El Paso, Estados Unidos. Nosso blog já teve a honra de entrevistá-lo por duas vezes [aqui e aqui], além de publicar diversos artigos de sua autoria

Fonte: http://fratresinunum.com/2013/11/21/por-que-a-missa-tradicional/

domingo, 17 de novembro de 2013

Ladainha da Humildade


Por Kairo Rosa Neves de Oliveira


Na liturgia somos muitas vezes chamados a exercer os últimos encargos, e em muitas dessas vezes somos tentados a não aceitar a devida submissão, mas querer ser exaltado às custas da liturgia do Senhor. Para que todos os envolvidos na liturgia tenham em mente que "É preciso que ele cresça e eu diminua." Jo 3,30.
 
1. Senhor, tende piedade de nós.
2. Cristo, tende piedade nós.
1. Senhor, tende piedade de nós.

2. Jesus manso e humilde de coração: ouvi-nos.
1. Jesus manso e humilde de coração: atendei-nos.
2. Jesus manso e humilde de coração: fazei o nosso coração semelhante ao Vosso.

1. Do desejo de ser estimado, livrai-me, Jesus!
2. Do desejo de ser amado, livrai-me, Jesus!
1. Do desejo de ser procurado, livrai-me, Jesus!
2. Do desejo de ser louvado, livrai-me, Jesus!
1. Do desejo de ser honrado, livrai-me, Jesus!
2. Do desejo de ser preferido, livrai-me, Jesus!
1. Do desejo de ser consultado, livrai-me, Jesus!
2. Do desejo de ser aprovado, livrai-me, Jesus!
1. Do desejo de ser adulado, livrai-me, Jesus!

2. Do temor de ser humilhado, livrai-me, Jesus!
1. Do temor de ser desprezado, livrai-me, Jesus!
2. Do temor de ser rejeitado, livrai-me, Jesus!
1. Do temor de ser caluniado, livrai-me, Jesus!
2. Do temor de ser esquecido, livrai-me, Jesus!
1. Do temor de ser ridicularizado, livrai-me, Jesus!
2. Do temor de ser escarnecido, livrai-me, Jesus!
1. Do temor de ser injuriado, livrai-me, Jesus!

2. Que os outros sejam mais amados do que eu – Ó Jesus, concedei-me a graça de desejá-lo!

1. Que os outros sejam mais estimados do que eu – Ó Jesus, concedei-me a graça de desejá-lo! 2. Que os outros possam crescer na opinião do mundo e que eu possa diminuir – Ó Jesus, concedei-me a graça de desejá-lo!

1. Que aos outros seja concedida mais confiança no seu trabalho e que eu seja deixado de lado – Ó Jesus, concedei-me a graça de desejá-lo!

2. Que os outros sejam louvados e eu esquecido – Ó Jesus, concedei-me a graça de desejá-lo!

1. Que os outros possam ser preferidos a mim em tudo – Ó Jesus, concedei-me a graça de desejá-lo!

2. Que os outros possam ser mais santos do que eu, contanto que eu pelo menos me torne santo como puder – Ó Jesus, concedei-me a graça de desejá-lo!

Ó Maria, Mãe dos humildes, rogai por nós!

São José, protetor das almas humildes, rogai por nós!

São Miguel, que fostes o primeiro a lutar contra o orgulho e o primeiro a abatê-lo, rogai por nós!

Ó justos todos, santificados a partir do espírito de humildade, rogai por nós!

ORAÇÃO: Ó Deus, que, por meio do ensinamento e do exemplo do Vosso Filho Jesus, apresentastes a humildade como chave que abre os tesouros da graça (cf. Tg 4,6) e como início de todas as outras virtudes – caminho certo para o Céu – concedei-nos, por intercessão da Bem-Aventurada Virgem Maria, a mais humilde e mais santa de todas as criaturas, aceitar agradecendo todas as humilhações que a Vossa Divina Providência nos oferecer. Por N. S. J. C. que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo. Amém.


Card. RAFAEL MERRY DEL VAL, Secretário de São Pio X.
Fonte: http://maos-postas.blogspot.com.br/2012/03/ladainha-da-humildade-versao-completa.html

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

O uso do órgão no Advento


Por Daniel Pereira Volpato

Pode-se facilmente notar que o órgão perdeu sua importância como instrumento litúrgico. Em muitas igrejas ele até ainda existe, mas está escondido ou colocado em algum canto. A Reforma da Reforma passa também pela música, e, logo, pelo reuso do órgão bem como de outros instrumentos de sopro que, por sua natureza, são mais apropriados ao canto por permitirem que este seja sustentado adequadamente.

Com o intuito de fomentar o retorno destes instrumentos trazemos o artigo que segue, recentemente publicado no ZENIT:



ROMA, sexta-feira, 23 de novembro de 2012 (ZENIT.org) - Um dos nossos leitores de língua Inglesa fez a seguinte pergunta ao padre Edward McNamara:

Ainda é correto usar unicamente o órgão para acompanhar os cantos durante o Advento? - S.M., Lismore, Austrália.

Padre Edward McNamara deu a seguinte resposta:

Diversos documentos tratam deste argumento. A instrução de 1967 sobre a música sacra, Musicam Sacram, aborda a questão do órgão e de outros instrumentos nos números 62-67. Isto é: O nº 62 diz: "Os instrumentos musicais podem ser de grande utilidade nas sagradas celebrações, seja que acompanhem o canto seja que se utilizem sozinhos”.

"Na Igreja Latina tenha-se em grande estima o órgão de tubos,  instrumento musical tradicional, cujo som é capaz de alcançar uma notável grandiosa solenidade nas cerimônias da Igreja e de elevar poderosamente as mentes a Deus e às coisas celestiais”.
"Outros instrumentos, depois, podem ser admitidos no culto divino, a juízo e com o consentimento da competente autoridade eclesiástica territorial, desde que eles sejam adequados para o uso sagrado e favoreçam realmente a edificação dos fiéis”.

O texto continua no nº 63, dizendo: "Ao permitir o uso de instrumentos musicais e na sua utilização deve-se ter em conta a índole e as tradições dos povos particulares. No entanto os instrumentos que, de acordo com o juízo e o uso comum, são próprios da música profana, sejam mantidos completamente fora de toda ação litúrgica e dos exercícios piedosos e sagrados. Todos os instrumentos musicais, admitidos ao culto divino, sejam utilizados a fim de atender as necessidades da ação sagrada e servir ao decoro do culto divino e à edificação dos fiéis".

No parágrafo 64 diz: "O uso de instrumentos musicais para acompanhar o canto, pode apoiar as vozes, facilitar a participação da assembleia e fazer mais profunda a assembleia. Porém o seu som não deve cobrir as vozes, dificultando a compreensão do texto; de fato, os instrumentos musicais calam quando o sacerdote celebrante ou um ministro, no exercício do seu cargo, dizem em alta voz um texto próprio deles”.

O n º 65 acrescenta: "(...) os mesmos instrumentos musicais, sozinhos, podem soar no início, antes que o sacerdote chegue ao altar, no ofertório, na comunhão e no final da Missa”.
"O som, sozinho, desses mesmos instrumentos musicais não é permitido no Advento, na Quaresma, durante o Tríduo Sagrado, nas missas e nos ofícios dos mortos", especifica o n º 66.

Depois no n º 67, o documento afirma: "É indispensável que os órgãos e os outros músicos, além de possuir uma adequada perícia ao usar o seu instrumento, conheçam e penetrem intimamente o espírito da sagrada liturgia de modo que, tendo que improvisar, assegurem o decoro da sagrada celebração, segundo a verdadeira natureza das suas várias partes, e favoreçam a participação dos fiéis”.
De acordo com este documento, por conseguinte, o som, por si só, do órgão, é proibido durante o período do Advento.

No entanto, enquanto os critérios acima mencionados são essencialmente ainda válidos, parece que haja uma pequena abertura para o som sozinho durante o Advento na nova Instrução Geral do Missal Romano (IGMR), que essencialmente repete uma norma adotada no Cerimonial dos Bispos de 1984 .
O n º 313 diz: "No tempo do Advento o órgão e outros instrumentos musicais devem ser utilizados com aquela moderação que convém à natureza deste tempo, evitando antecipar a alegria plena do Natal do Senhor".

"Durante a Quaresma é permitido o som do órgão e de outros instrumentos musicais somente para apoiar o canto. São exceções, porém, o domingo Laetare (IV da Quaresma), as solenidades e as festas”.
Isto significa que a pura proibição do som expressado sozinho in Musicam Sacram é limitado agora à Quaresma enquanto que durante o período do Advento parece possível fazê-lo, ainda que com moderação e escolhendo música apropriada para este período.

Fonte: http://www.salvemaliturgia.com/2012/12/o-uso-do-orgao-no-advento.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+salvem+%28Salvem+a+Liturgia%21%29

Como devemos fazer o sinal da cruz?

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Carta de São João Bosco para os jovens


Caros jovens,

O demônio tem normalmente duas artimanhas principais para afastar da virtude os jovens. A primeira consiste em persuadi-los de que o serviço de Deus existe uma vida triste sem nenhum divertimento nem prazer. Mas isto não é verdade, meus caros jovens. Eu vou lhes indicar um plano de vida cristã que poderá mantê-los alegres e contentes, fazendo-os conhecer ao mesmo tempo quais são os verdadeiros divertimentos e os verdadeiros prazeres, para que vocês possam exclamar com o santo profeta Davi: "Sirvamos ao Senhor na santa alegria".

A segunda artimanha do demônio consiste em fazê-lo conceber uma falsa esperança duma longa vida que permite converter-se na velhice ou na hora da morte. Prestem atenção, meus caros jovens, muitos se deixaram perder por esta mentira. Quem nos garante que chegaremos à velhice? Se se tratasse de fazer um pacto com a morte e de esperar até então... Mas a vida e a morte estão entras as mãos de Deus que dispõe de tudo a seu bel prazer.

E mesmo se Deus lhe concedesse uma longa vida, escutai, entretanto, sua advertência: "o caminho do homem começa na juventude, ele o segue na velhice até a morte". Ou seja, se, jovens, começamos uma vida exemplar, seremos exemplares na idade adulta, nossa morte será santa e nos fará entrar na felicidade eterna. Se, pelo contrário, os vícios começam a nos dominar desde a juventude, é muito provável que eles nos manterão em escravidão toda a nossa vida até a morte, triste prelúdio a uma eternidade terrível. Para que esta infelicidade não lhes aconteça, eu lhes apresento um método, vida alegre e fácil, mas que lhes bastará para se tornarem a consolação de seus pais, a honra de pátria de vocês, bons cidadãos da Terra, em seguida felizes habitantes do céu...

Meus caros jovens, eu os amo de todo o meu coração e basta-me que vocês sejam jovens para que eu os ame extraordinariamente. Eu lhes garanto que vocês encontrarão livros que lhes foram dirigidos por pessoas mais virtuosas e mais sábias que eu em muitos pontos, mas dificilmente vocês poderão encontrar algum que os ame mais que eu em Jesus Cristo e deseja mais felicidade para vocês.

Conservem no coração o tesouro da virtude, porque possuindo-o vocês têm tudo, mas se o perderem, vocês se tornarão os homens mais infelizes do mundo. Que o Senhor esteja sempre com vocês e que Ele lhes conceda seguir os simples conselhos presentes, para que vocês possam aumentar a glória de Deus e obter a salvação da alma, fim supremo para o qual fomos criados. Que o Céu lhes dê longos anos de vida feliz e que o santo temor de Deus seja sempre a grande riqueza que os cumule de bens celestes aqui e por toda a eternidade.

São João Bosco

Fonte: http://www.cleofas.com.br/ver_conteudo.aspx?m=doc&cat=92&scat=166&id=6858


Mensagem de São João da Cruz

"Deus é inacessível. Não repares, portanto, no que as tuas faculdades podem compreender, nem teus sentidos experimentar, para que não te satisfaças com menos e assim perderes a presteza necessária para chegar a ele".

 São João da Cruz

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Como ser um católico bem formado?


Quanto mais conhecemos a Igreja, mais a amamos


O autor da Carta aos Hebreus escreveu: “Ora, quem se alimenta de leite não é capaz de compreender uma doutrina profunda, porque é ainda criança. Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que a experiência já exercitou na distinção do bem e do mal” (Hb 5, 13-14). Sem esse “alimento sólido”, que a Igreja chama de “fidei depositum” (o depósito da fé), ninguém poderá ser verdadeiramente católico e autêntico seguidor de Jesus Cristo.

Não há dúvida de que a maior necessidade do povo católico hoje é a formação na doutrina. Por não a conhecer bem, esse mesmo povo, muitas vezes, vive sua espiritualidade, mas acaba procedendo como não católico, aceitando e vivendo, por vezes, de maneira diferente do que a Igreja ensina, especialmente na moral. E o pior de tudo é que se deixa enganar pelas seitas, igrejinhas e superstições.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Lanciano, a missa que não acabou

O Milagre Eucarístico de Lanciano ainda hoje desafia a ciência e chama a atenção dos fiéis católicos



Era uma manhã de domingo comum, na cidade italiana de Lanciano, no mosteiro de São Legoziano, onde viviam os Monges de São Basílio. O mais incrédulo deles proferia as palavras da Oração Eucarística, quando, de repente, ocorreu o inesperado. Os olhos assustados do religioso denunciavam o evento. Deus havia condecorado a sua suspeita quanto à transubstanciação com o mais prodigioso dos milagres eucarísticos de que se ouviu falar.

A hóstia convertera-se em Carne viva e o vinho em Sangue Vivo. O pequeno monge que outrora duvidara da presença real de Cristo na Eucaristia agora era obrigado a reconhecer sua tolice, pedindo perdão a Deus - e à comunidade presente - por sua falta de fé: "Ó bem-aventuradas testemunhas diante de quem, para confundir a minha incredulidade, o Santo Deus quis desvendar-se neste Santíssimo Sacramento e tornar-se visível aos vossos olhos. Vinde, irmãos, e admirai o nosso Deus que se aproximou de nós. Eis aqui a Carne e o Sangue do nosso Cristo muito amado!" 01

Comoção geral. A pequena assembleia reunida se lançou sobre o altar, chorando e clamando a misericórdia de Deus. Havia nascido um novo São Tomé. O monge ganhara a fama do cético apóstolo de Jesus e Lanciano, as multidões que se dirigiram à cidade, ano após ano, em longas peregrinações.

A princípio, os fiéis guardaram as relíquias num tabernáculo de marfim, mas, em 1713, foram transferidas para uma custódia de prata e um cálice de cristal, onde se encontram até hoje, na Igreja de São Francisco. Enquanto o Sangue se dividia em cinco fragmentos, coagulados em diferentes dimensões, a Hóstia-Carne aparentava um tecido fibroso, de coloração escura, e rósea quando iluminado pelo lado oposto.

A Igreja reconheceu o milagre de Lanciano em 1574. Mas foi somente em novembro de 1970 que os Frades Menores Conventuais, os responsáveis pela guarda das relíquias, tiveram a autorização para submetê-las ao exame de dois médicos. Concluída a pesquisa, em Arezzo, os renomados doutores Linoli e Bertelli publicaram um relatório, dizendo:

"A Carne é verdadeira carne, o Sangue é verdadeiro sangue. A Carne é do tecido muscular do coração (miocárdio, endocárdio e nervo vago). A Carne e o Sangue são do mesmo tipo sangüíneo (AB) e pertencem à espécie humana. No sangue foram encontrados, além das proteínas normais, os seguintes materiais: cloretos, fósforos, magnésio, potássio, sódio e cálcio. A conservação da Carne e do Sangue, deixados em estado natural por 12 séculos e expostos à ação de agentes atmosféricos e biológicos, permanece um fenômeno extraordinário."

Os resultados foram tão impactantes que antes mesmo do fim da análise, os médicos enviaram um telegrama aos Frades, confessando-lhes o espanto: "E o Verbo se fez Carne!". É assim que o Milagre de Lanciano, desafiando a ação do tempo e toda a lógica da ciência humana, se apresenta aos nossos olhos como a prova mais viva e palpável de que "Comei e bebei todos vós, isto é o meu Corpo que é dado por vós."

Em 1975, durante o Ano Santo, o Cardeal Karol Wotyla, futuro João Paulo II, fez uma peregrinação privada ao Santuário do Milagre Eucarístico em Lanciano. Recordando a ocasião numa visita Ad Limina dos bispos italianos dessa região, o Santo Padre insistiu para que a Eucaristia não fosse adorada “só na igreja do milagre, mas em todas as igrejas da vossa bonita terra.” 02

Curiosamente, o tipo sanguíneo das relíquias é o mesmo encontrado no Santo Sudário.

Por Equipe Christo Nihil Praeponere
Fonte: http://padrepauloricardo.org/blog/lanciano-a-missa-que-nao-acabou

Mensagem de Santo Afonso de Ligório

"Os santos consideram como presentes as doenças e as dores que Deus lhes manda."

Santo Afonso de Ligório (1696-1787)

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

A dominação protestante e os países ricos



Saiba porquê alguns países ricos são protestantes

Resposta: Porque os protestantes surrupiaram sob sangue derramado, todos estes países ricos antes católicos. É sabido que os saqueadores sempre gananciam as coisas de maior valor de suas vítimas, nem que para isso as exterminem. Tal procedimento histórico praticado pelo protestantismo é o que vamos ver a seguir.

Há muitos outros países ricos que continuam católicos, como o Canadá, Suíça, Austrália, Itália, França, Irlanda, Bélgica, etc., que muito enganador protestante omite porque não os conseguiu surrupiar.

Todos os países ditos “protestantes e ricos”, já eram ricos e católicos antes do protestantismo ser fundado no século 16 e confiscá-los. O povo foi obrigado a "engolir" o protestantismo porque os reis e príncipes cobiçavam as terras e bens materiais doados pelos católicos à Igreja. Prova isto o fato de que as primeiras providências eram recolher ao fisco real, tudo o que da Igreja Católica poderia se converter em dinheiro. Daí veio a “riqueza” protestante.

Visitando-se estes países, vê-se claramente que as antigas igrejas e utensílios religiosos dali, são católicos e adaptados para o culto protestante. São Bonifácio desde muito antes da fundação do protestantismo na Alemanha, continua padroeiro do país e São Jorge o da Inglaterra, a quem empresta a “cruz de São Jorge” para a bandeira nacional.

Os reais países colonizados pelos protestantes continuam pobres, miseráveis ou na semi-barbárie, são eles a África do Sul, Índia, Nigéria, Botswana, Jamaica, Bahamas, Guiana e São Vicente e Granadinas. Por que os protestantes não os enriqueceram?

Os protestantes eram tão incapazes que sequer se esforçaram para evangelizar o povo destes países, parecem ter surgido apenas para implicar com a Igreja Católica. A grande Índia por exemplo, foi abandonada por eles, e seu pobre povo continua a ser entregue aos diversos deuses pagãos. Isso sempre é omitido pelos protestantes que preferem fazer cultos arruaceiros dentro de ônibus e metrôs dos países católicos.

Veja a seguir, como os protestantes surrupiaram os países ricos que antes eram católicos, para posar hoje de “religião dos países ricos”. Observe que os povos destes países não foram evangelizados para ser protestantes, mas impostos sob ameaça de morte. Na maioria desses países o dízimo passou a ser descontado em folha de pagamento e a religião protestante era, ou ainda é estatal.

Mensagem de Santa Teresinha de Lisieux

"Que importa o sucesso? O que Deus nos pede é não nos determos diante do cansaço da luta."

Santa Teresinha do Menino Jesus (1873-1897)

terça-feira, 5 de novembro de 2013

"Uma possessão diabólica" (1 part ).



Quando S. Domingos estava pregando o Rosário perto de Carcassona, trouxeram a sua presença um albigense que estava possesso pelo demônio. S. Domingos o exorcizou na presença de uma grande multidão de pessoas; parece que mais de doze mil pessoas tinha vindo ouvi-lo pregar. Os demônios que possuíam este infeliz foram obrigados a responder as perguntas de S. Domingos, com muito constrangimento. Eles disseram que:

1- Havia quinze mil deles no corpo deste pobre homem, porque ele atacou os quinze mistérios do Rosário.

2- Eles continuaram a testemunhar que, quando S. Domingos pregava o Rosário ele impunha medo e horror nas profundezas do inferno e que ele era o homem que eles mais odiavam em todo mundo, isto por causa das almas que ele arrancou dos demônios através da devoção do Rosário.

3- Eles então revelaram várias outras coisas.
- S. Domingos colocou seu rosário em volta do pescoço do herege e ordenou que os demônios lhe dissessem quem de todos os santos no Céu, eles mais temiam, e quem deveria ser, portanto, mais amado e reverenciado pelos homens. Neste momento, eles soltaram um gemido inexprimível no qual a maioria das pessoas caiu por terra, desmaiando de medo. Então, usando esperteza, a fim de não responder, os demônios começaram a chorar e prantear numa maneira tão deprimente que muitos da multidão começaram a chorar também, movidos por compaixão natural. Os demônios falaram através da boca do herege albigense com uma voz dolorida: "Domingos! Domingos! Tenha piedade de nós, prometemos que não o machucaremos. Você sempre teve compaixão pelos pecadores e aqueles que estão na miséria; tenha piedade de nós, pois estamos padecendo. Já estamos sofrendo tanto, por que você se compraz em aumentar nossas penas? Não pode se dar por satisfeito só com nosso sofrimento, sem ter que aumentá-lo? Tenha piedade de nós!

Fonte: http://virgembendita.blogspot.com.br/2012/11/uma-possessao-diabolica-1-part.html

Mensagem de Santo Afonso de Ligório

"Agrada mais a Deus a imolação que fazemos de nossa vontade, sujeitando-se a obediência, do que todos os outros sacrifícios que possamos lhe oferecer."

Santo Afonso de Ligório (1696-1787)

domingo, 27 de outubro de 2013

A acessibilidade de informações da Igreja Católica por meio da internet - Inquisição e liturgia




Houve tempos em que informações doutrinárias, documentais e ensinos da Igreja eram para poucos.
Hoje, na era da informação e dos meios de comunicação, não fica difícil obter qualquer informação da Igreja na internet.
Informações que precisam passar por um processo de triagem, pois existem meios de comunicação sujos e sensacionalistas que tem como base a destruição de alguma imagem ou instituição e principalmente em atacar a Igreja Católica.
Fazendo esta filtragem não fica difícil encontrar meios seguros e que transmitem a verdade.
Como diz o ditado: O maior cego é aquele que não quer ver, ou seja, é aquele que não quer ler também.
Pois temos na internet todas as informações necessárias para sanar quaisquer dúvidas, basta procurar e pesquisar.

Um bom exemplo é a respeito da inquisição; muitos meios atacam ás vezes com demasia falsidade e difamação da imagem da Igreja Católica como se esta fosse um dragão assassino indomável da idade média. Números de milhares de mortes, estatísticas e apontamentos sem fontes! Como isto é possível?

 Estes meios de comunicação aproveitam da inexperiência de iniciação do internauta, pois este, querendo respostas rápidas (aí está o segredo), clica na primeira opção do Google e pronto; faz a sua pesquisa degradante e “satisfatória” concluindo em poucas linhas a sua missiva "vomitante". As imagens de bruxas sendo incendiada, música de Metal Gótico ao fundo, uma escrita direta e maçante do autor, sem fontes, sem conteúdo e sem uma crítica plausível desperta a curiosidade do leitor como uma isca.

Um passo importante para procurar fontes sobre a inquisição é analisar se ela esta sendo julgada dentro do contexto social, cultural e religioso da época.

sábado, 26 de outubro de 2013

Letras católicas na música litúrgica



Por Francisco Dockhorn

"Lex orandi, lex credendi": “A lei da oração é a lei da fé.”. Esta é uma antiga regra que rege a Sagrada Liturgia da Santa Igreja.

Nesse sentido, é evidentente que as letras dos cantos executados na Liturgia precisam ser totalmente compatíveis com a doutrina católica. A Liturgia tem, por si só (não somente nas letras dos cantos, mas em todos os seus gestos e sinais), um caráter catequético, que visa reforçar a nossa fé católica.

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DESMASCARANDO OS TEÓLOGOS DA LIBERTAÇÃO
(O LIXO QUE PENUMBRA NA IGREJA CATÓLICA)

Temos que desmascarar estes caras da Teologia da Libertação.
Temos material e os documentos da Igreja pra isso.
Eles não tem fundamento algum. São um bando de cães pinches que só latem e tentem morder.. Mostram os dentinhos e quando nós (Católicos fiéis a tradição) batemos o pé eles correm.. caim, caim, caim...
Damos as costas e eles voltam, não desistem...são uma praga!
E querem impor uma ditadura política marxista na Igreja aqui no Brasil
Ou melhor, Já tão impondo, perdão.

Notem-se esta corja pelos jargões:

Os Excluídos, os pobres, a festa do banquete, a caminhada, a liberdade haverá, o Reino, a causa de Jesus, a sociedade fraterna, o Jesus histórico, etc ...

Eles tem pavor a liturgia tradicional, a Eucaristia como sacrifício (incruento) de Cristo no calvário, os santos e a História da Igreja, assim como o Magistério de Roma e os documentos (estes, pra eles só servem quando são a favor da revolução).
Os documentos pra eles só servem quando são a favor da revolução e revolução marxista.

São um bando de Sofistas! e Sofistas ordinários!
Relativistas e iluministas!
A nossa arquidiocese de BH, a CNBB principalmente e a grande massa da Igreja Católica do Brasil está cheia deste lixo podre.

Nos últimos anos, a Igreja Católica perdeu seus "fiéis" para outras religiões devido a esta DESGRAÇA que mancha a Igreja.
São padres pedófilos, revolucionários, políticos, sedutores de materialismo, um funcionário do povo ao invés de serem sacerdotes de Cristo Jesus.
São modernistas que queimaram as batinas e os Clergimans, e faltam com respeito á aqueles que ainda seguem ao código de Direito canônico.

Eles são uma penumbra na Igreja ( penumbra = região em que somente uma parte do corpo ocultante está obscurecendo a fonte de luz).

Eles são um grupo de Sofistas preparados, mas imbecis.
Ignorantes que não sabem que seguem à um partido comunista, que fazem uma lenta demolição da Igreja com seus 2000 anos de história.

O meu combate é contra esta corja!

Santo Atanásio, bispo de Alexandria, rogai por nós.
Santo Antônio, martelo dos hereges, rogai por nós.
São Paulo, guardião da sã doutrina, rogai por nós.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Vejam o que fez este padre em plena praça pública.

Oração de São Francisco de Sales


Oração de São Francisco de Sales


Lembrai-vos, Dulcíssima Virgem, de que vós sois minha Mãe, e eu sou vosso filho; vós sois Poderosíssima, e eu sou muito fraco. Não me digais, Graciosa Virgem, que vós não podeis, pois vosso Amado Filho vos deu a Onipotência… Não me digais que vós não deveis, pois vós sois a Mãe de todos os homens, e singularmente a minha.

Portanto, ó Dulcíssima Virgem, como vós sois minha Mãe e sois Poderosa, como aceitarei que vós não me escuteis? … Pela honra e glória de vosso Filho, aceitai-me também como filho vosso, sem levar em consideração minhas misérias e pecados…

Livrai minha alma e meu corpo de todo o mal, e dai-me todas as vossas virtudes, sobretudo a humildade!  Amém.

São Francisco de Sales, Bispo e Doutor da Igreja, Fundador da Ordem da Visitação (1567-1622).

Fonte: http://www.montfort.org.br/index.php/secoes/espiritual/oracao-a-nossa-senhora-de-sao-francisco-de-sales/

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Canção de cruzada (Por causa dos nossos pecados)


A Canção de Cruzada seguinte foi criada para encorajar os cristãos a participar na campanha contra a invasão islâmica da Espanha. 

Canção de cruzada

A cruzada resultante deu na grande vitória de Las Navas de Tolosa em 1212.
Foi composta após a derrota de Alarcos (19 de julho de 1195) e do avanço dos almohades de Abu Yusuf na península ibérica. O autor Gavaudan (1195-1215) foi um trovador-soldado das cortes de Tolosa e posteriormente em Castela.

Senhores, por causa dos nossos pecados cresce a força dos sarracenos; Saladino tomou Jerusalém (em 1187) e a cidade ainda não foi recuperada.

O rei de Marrocos fez-nos saber que combaterá contra todos os reis cristãos com seus pérfidos andaluzes e árabes, armados contra a fé de Cristo.

Ele convocou a todos os alcaides (governadores de fortalezas), almofades, mouros, godos e bereberés, e não queda homem forte nem débil que não tenha se reunido a todos eles. 

Nunca uma chuva tão torrencial fez tanto dano como quando eles passam e se apossam dos prados. Eles devastam como ovelhas que não deixam nem broto nem raiz.


Navas de Tolosa 

(Falado)
Seus escolhidos têm tanto orgulho que acham que submeterão o mundo todo. Marroquinos e almorávides instalam-se nos morros e nos vales.

Fanfarreiam entre eles: “¡Francos, afastai-vos! Nossas são a Provença e o Tolosanés e tudo que há até o Puy.”

Nunca se ouviu uma bazófia tão feroz nesses cães falsos, malditos sem fé.

Ouvi vós, imperador (Enrique IV, 1191-1197), rei da França (Felipe Augusto, 1180-1223), com vossos primos, o rei inglês (Ricardo Coração de Leão, 1189-1199), e o conde de Poitiers: socorrei ao rei da Espanha.

Que nunca ninguém pôde ter ficado tão perto de melhor servir a Deus. Com Ele vencereis todos os cães que Mahomé enganou e os renegados apóstatas.

Jesus Cristo que veio pregar para que nosso fim seja bom, Ele nos ensina que este é o reto caminho; pois, com a penitência será perdoado o pecado que vem de Adão (bula de Inocêncio III com indulgências de cruzada na campanha que culminou com a grande vitória cristã de Las Navas de Tolosa), e quer nos dar certeza e segurança de que, se cremos n’Ele, Eles nos exaltará por cima dos que estão mais elevados, e será nosso guia contra os felões vis e falsos.

(Falado)
Posto que possuímos a grande Fé, não deixemos nossas herdades a mercê de cães negros ultramarinos. Que cada uno reflita antes de sofrermos prejuízo.

Portugueses, galegos, castelhanos, navarros, aragoneses e da Cerdenha ficaram como barreira mas eles os tem repelido e humilhado.

Quando vejam os barões cruzados: alemães, franceses, de Cambray, ingleses, bretões, angevinos, bearneses e gascões, misturados com nós e os provençais todos numa só multidão, podereis estar certos que, com os hispanos quebraremos o ímpeto da invasão e cortar-lhe-emos a cabeça e as mãos até deixar mortos e aniquilados a todos. Depois, repartir-se-á entre nós todo o ouro.

Gavaudan será profeta de que acontecerá o que eu tenho dito. 

Morram os cães! E Deus será honrado e servido onde Bafoma era reverenciado.


Escudo templário

Conselhos de São Bernardo aos Templários


São Bernardo abade de Claraval, falou sobre a vida que devem levar aqueles que combatem por Jesus Cristo, com estas palavras:
“Quando se aproxima a hora do combate, armam-se de fé os cavaleiros, abrem-se a Deus em sua alma e cobrem-se, por fora, de ferro, não de ouro, a fim de que assim sejam bem apercebidos de armas, não adornados com jóias, infundam medo e pavor aos seus inimigos, sem excitar sua cobiça.

“É preciso ter cavalos fortes e velozes, não formosos e bem ajaezados pois o verdadeiro cavaleiro pensa mais em vencer do que em fazer proezas e os cavaleiros mundanos precisamente o que desejam é causar admiração e pasmo e não causar medo.

“Mostrando-se em tudo verdadeiros israelitas, que se adiantam ao combate pacífica e sossegadamente; mas apenas o clarim dá o sinal do ataque, deixando subitamente sua natural benignidade, parecem gritar com o salmista: Não temos odiado, Senhor, aos que te aborrecem? Não temos consumido de dor, ao ver a conduta de teus inimigos?”


quarta-feira, 23 de outubro de 2013

O Papa dos judeus



Por Francisco Panmolle
Fratres in Unum.com – Após a leitura do artigo O dilema moral de Pio XII, escrito pelo grande homem e (por necessidade lógica) grande católico Hermes Rodrigues Nery, questionei-me (e não só a mim) acerca do conhecimento, por vezes parco, que nós temos dos grandes homens do passado. Dentre estes, destaca-se o Santo Padre Pio XII, de veneranda memória, sobre o qual se propagam “fábulas e reconstituições históricas bastante grosseiras” [1] que já constituem uma verdadeira lenda negra. Esta apareceu, há pouco mais de uma década (1999), travestida de “séria investigação” conquanto não fosse senão o vômito requentado dos fautores do mal: “O Papa de Hitler – A história secreta de Pio XII” do jornalista John Cornwell. Esse foi o livro que motivou não só o supracitado artigo mas, também, o livro do vaticanista Andrea Tornielli: “Pio XII – O Papa dos Judeus”.

Tornielli, já bastante conhecido nos meios católicos, escreveu não como jornalista, apologeta ou historiador (o que, vale ressaltar, ele não é [2] e, por isso, consultou não raras vezes o professor Matteo Napolitano) mas como um cooperador da verdade, a qual tinha sido gravemente vilipendiada pela malícia do livro de Cornwell, acerca do qual assere:

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Mensagem de Santa Teresa D´Ávila

"Devemos estar, na presença de Jesus sacramentado, como os Santos no céu, diante da Essência Divina."

Santa Teresa D´Ávila (1515-1582)

Mensagem de São João da Cruz

"Para quem ama, a morte não pode ser amarga, pois nela se encontram todas as doçuras e alegrias do amor. Sua lembrança, não é triste, mas traz alegria. Não apavora, nem causa sofrimento, pois é o término de todas as dores e o início de todo bem."

São João da Cruz (1542-1591)

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Mensagem de Santo Agostinho

"A Eucaristia é o pão de cada dia, que se toma como remédio para a nossa fraqueza de cada dia."

Santo Agostinho (354-430)

O canto na Liturgia da Santa Missa


Breves perguntas e respostas sobre a música na Missa

Por Rafael Vitola Brodbeck

Obviamente, nos referimos à forma ordinária do rito romano.



1. O que é a Missa?


É a renovação do sacrifício de Cristo oferecido na Cruz, o qual, por sua vez, foi antecipado na Última Ceia. Ceia, Cruz e Missa são uma só realidade substancial. O que ocorreu no Calvário, ocorre na Missa: Cristo se oferecendo por nós. Todavia, a Missa, como a Última Ceia, se distingue da Cruz quanto ao modo de oferecimento: na Cruz, o sacrifício foi cruento, enquanto na Missa é incruento.


2. O que é Missa cantada? E Missa rezada?

domingo, 20 de outubro de 2013

A santa ira de São João Maria Vianney

Com a severidade própria dos santos, João Maria Vianney combateu até à morte os insultos a Deus



Era 1827 e as multidões que chegavam à aldeia de Ars vinham de toda parte. A fama do Padre Vianney já havia se espalhado pelos quatro cantos da França. Barões, clérigos, camponeses, curiosos; todos queriam conhecer aquela figura a qual tinham por santo. Um médico, tomado pelas intrigas dos colegas, decidira visitar o sacerdote, a fim de confirmar suas injustas suspeitas. De volta à capital, Paris, não pôde dizer aos amigos outra coisa sobre o pobre cura senão: "eu vi Deus num homem".

A santidade de João Maria Vianney causava constrangimentos. Apegado desde cedo à oração, agia em tudo conforme à vontade divina, fazendo de sua vida um perpétuo louvor a Deus. Tinha um fervor imensurável. Passava horas à frente do sacrário, gastando-se em severas penitências e na meditação dos santos mistérios: "O meu terço vale mais que mil sermões". Por isso, não poupou esforços no combate às blasfêmias e à libertinagem. Era o zelo pela casa do Pai que o consumia.

Os primeiros anos de Vianney em Ars foram de grandes desafios. A pequena aldeia estava atolada no indiferentismo. Trabalhava-se no domingo, blasfemava-se no campo, a falta de modéstia e os divertimentos profanos reinavam no coração daquela gente. A situação era desesperadora. E para uma alma apaixonada como a do Cura D'Ars, assistir àquele espetáculo de imoralidades era como ver a Cristo sendo crucificado. Com efeito, tratou logo de agir.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Mensagem de Santa Bernadete

" Maria é tão bonita que todos os que a vêem gostariam de morrer para revê-la."

Santa Bernadete de Soubirous (1844 - 1879)


O corpo de Santa Bernadette se encontra milagrosamente incorrupto com as articulações flexíveis.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

15 de outubro - Dia de Santa Teresa D´Ávila


"Terríveis são os ardis e manhas do demônio, para que as almas não se conheçam, não progridam, nem entendam o caminho a seguir." 

Com grande alegria lembramos, hoje, da vida de santidade daquela que mereceu ser proclamada "Doutora da Igreja": Santa Teresa de Ávila (também conhecida como Santa Teresa de Jesus). Teresa nasceu em Ávila, na Espanha, em 1515 e foi educada de modo sólido e cristão, tanto assim que, quando criança, se encantou tanto com a leitura da vida dos santos mártires a ponto de ter combinado fugir com o irmão para uma região onde muitos cristãos eram martirizados; mas nada disso aconteceu graças à vigilância dos pais. Aos vinte anos, ingressou no Carmelo de Ávila, onde viveu um período no relaxamento, pois muito se apegou às criaturas, parentes e conversas destrutivas, assim como conta em seu livro biográfico.

Certo dia, foi tocada pelo olhar da imagem de um Cristo sofredor, assumiu a partir dessa experiência a sua conversão e voltou ao fervor da espiritualidade carmelita, a ponto de criar uma espiritualidade modelo. Foi grande amiga do seu conselheiro espiritual São João da Cruz, também Doutor da Igreja, místico e reformador da parte masculina da Ordem Carmelita. Por meio de contatos místicos e com a orientação desse grande amigo, iniciou aos 40 anos de idade, com saúde abalada, a reforma do Carmelo feminino. Começou pela fundação do Carmelo de São José, fora dos muros de Ávila. Daí partiu para todas as direções da Espanha, criando novos Carmelos e reformando os antigos. Provocou com isso muitos ressentimentos por parte daqueles que não aceitavam a vida austera que propunha para o Carmelo reformado. Chegou a ter temporariamente revogada a licença para reformar outros conventos ou fundar novas casas.

Santa Teresa deixou-nos várias obras grandiosas e profundas, principalmente escritas para as suas filhas do Carmelo : “O Caminho da Perfeição”, “Pensamentos sobre o Amor de Deus”, “Castelo Interior”, “A Vida”. Morreu em Alba de Tormes na noite de 15 de outubro de 1582 aos 67 anos, e em 1622 foi proclamada santa. O seu segredo foi o amor. Conseguiu fundar mais de trinta e dois mosteiros, além de recuperar o fervor primitivo de muitas carmelitas, juntamente com São João da Cruz. Teve sofrimentos físicos e morais antes de morrer, até que em 1582 disse uma das últimas palavras: "Senhor, sou filha de vossa Igreja. Como filha da Igreja Católica quero morrer".

No dia 27 de setembro de 1970 o Papa Paulo VI reconheceu-lhe o título de Doutora da Igreja. Sua festa litúrgica é no dia 15 de outubro. Santa Teresa de Ávila é considerada um dos maiores gênios que a humanidade já produziu. Mesmo ateus e livres-pensadores são obrigados a enaltecer sua viva e arguta inteligência, a força persuasiva de seus argumentos, seu estilo vivo e atraente e seu profundo bom senso. O grande Doutor da Igreja, Santo Afonso Maria de Ligório, a tinha em tão alta estima que a escolheu como patrona, e a ela consagrou-se como filho espiritual, enaltecendo-a em muitos de seus escritos.

Santa Teresa de Ávila, rogai por nós!

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/santo/index.php?&dia=15&mes=10&ano=2012

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Liturgia: mistério da salvação - Parte V

Fonte: Site Padre Paulo Ricardo

Neste último artigo sobre os ensinamentos de Monsenhor Guido Marini a respeito da liturgia, oferecemos uma distinção entre música sacra e música profana na Missa



A Missa católica foi o grande berço da música ocidental. Através da polifonia e do tradicional cantochão - o gregoriano -, a Igreja pôde transmitir a Palavra de Deus aos quatro cantos da terra, atingindo tanto os incautos quanto as almas mais elevadas. Foi precisamente por isso que, ao longo de sua história, o Magistério procurou distinguir, repetidas vezes, a música litúrgica ou sacra dos cantos seculares.

Com o advento da revolta protestante e o surgimento de expressões musicais das mais variadas, começaram a proliferar práticas fundamentalmente alheias ao autêntico espírito litúrgico. Foi então que o Concílio de Trento interveio no conflito cultural da época - lembra Monsenhor Guido Marini - "restabelecendo a norma pela qual era prioritário na música aderir à palavra, limitando o uso dos instrumentos e indicando clara diferença entre música profana e música sacra". A contrarreforma do Concílio simplesmente pôs abaixo o castelo de cartas do protestantismo. A liturgia romana foi "um dos instrumentos mais poderosos da propaganda jesuítica", derriçando as heresias das seitas ao mesmo tempo em que revigorava a tradição musical daquele período.01

Nos anos seguintes à reforma tridentina, a Igreja continuou sustentando o canto gregoriano como a legítima música litúrgica. E ainda hoje o ensinamento permanece o mesmo. Dando vitalidade aos trabalhos de São Pio X, diz o Concílio Vaticano II, na Constituição Sacrosanctum Concilium, que a "Igreja reconhece como canto próprio da liturgia romana o canto gregoriano; terá este, por isso, na ação litúrgica, em igualdade de circunstâncias, o primeiro lugar."02 Todavia, apesar das claras admoestações dos padres conciliares - e, obviamente, do magistério posterior -, abriu-se espaço na Missa para expressões bruscamente opostas ao "sentire cum Ecclesia", chegando-se a tachar a música louvada pelo Sacrossanto Concílio como "velharia", "coisa ultrapassada" e outros pejorativos.

A argumentação contra o tradicional canto litúrgico - bem como a outras áreas da Tradição - redunda na ideologia do pauperismo. A Igreja não deveria, nas suas celebrações, assumir uma posição rígida, mas simplista, adotando a criatividade popular de forma totalmente subjetivista e aleatória, como se a liturgia fosse um canteiro de obras, sempre aberto a modificações. O protagonista da ação litúrgica passa a ser o povo, qual ocorre nos regimes democráticos da teologia calvinista: sem espaço para distinções, o culto deve ser de todos.

Com efeito, assim como o simplismo de Calvino acabou com a música na França de sua época, o mesmo raciocínio está destruindo as celebrações católicas de agora, pois no centro da ação não está Deus e a reverência devida a Ele, mas o gosto pessoal de um grupo que prevalece, de paróquia em paróquia, sobre o de outros03. E "uma Igreja que se baseia nas decisões da maioria" - recorda o Cardeal Joseph Ratzinger - "torna-se uma Igreja meramente humana", uma vez que o que se faz a si mesmo "tem sabor do 'si mesmo’ que desagrada a outros 'si mesmos' e bem cedo revela a sua insignificância"04.

No seu livro sobre a liturgia, Monsenhor Guido Marini procura lembrar que "a música sacra não pode ser entendida como expressão da pura subjetividade" já que "essas formas musicais", ou seja, o gregoriano e a polifonia - "na sua santidade, bondade e universalidade - são precisamente as que traduzem o autêntico espírito litúrgico em notas, melodia e canto: encaminhando para a adoração do mistério celebrado; tornando-se musicada exegese da palavra de Deus". Do mesmo modo, concorda Bento XVI quando diz que "nem sequer a grande música o gregoriano, ou Bach, ou Mozart é algo do passado, mas vive da vitalidade da liturgia e da nossa fé. Se a fé for viva, a cultura cristã não se tornará algo do "passado", mas permanecerá viva e presente."05

Recentemente, a escritora brasileira Adélia Prado fez uma ótima colocação acerca da dessacralização da liturgia. A teologia da libertação, comentava, na ânsia de atingir o pobre acabou por torná-lo mais pobre, pois retirou-lhe a única riqueza que ainda lhe restava: a beleza da liturgia.06 No lugar do órgão colocou-se a sanfona, no lugar das antífonas, os gritos de guerra, e a isso somados os pés de bananeiras, cocos, os berrantes e bandeirolas de festa junina. Ora, é evidente que assim a missa se torna um passatempo, um entretenimento tacanho e brega que, mais cedo ou mais tarde, deixará de ser interessante como qualquer programa de auditório.

O rigor da Igreja com o canto e com as demais partes da missa tem um nome: amor. É por amor a seu Divino Esposo, Jesus, que a Igreja adorna o templo com as mais belas peças e objetos. E assim também com a música. Ela deve se unir ao louvor dos anjos do céu, sendo uma verdadeira expressão de adoração a Deus, que motive sempre e mais e mais o seu rebanho a responder o imperativo das Sagradas Escrituras: "Cantai ao Senhor um cântico novo" (Cf. Sl 96, 1)

Por Equipe Christo Nihil Praeponere